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segunda-feira, 5 de abril de 2010

MINIMALISTA, CLÁSSICO E CHIQUE

Olá!!!

Finalmente voltei para começar a cumprir com o prometido. Bom, como eu disse no post anterior, selecionei algumas imagens para vocês. Hoje vou mostrar um pouco do estilo MINIMALISTA. Este é muito interessante, mas não é qualquer pessoa que pode adotá-lo, pois ele não envolve muitos detalhes e cores. Ao contrário disso, é mais sóbrio, podendo tornar um ambiente depressivo.
O design minimalista contrapõe-se à variações cromáticas. Seus produtos são baseados numa redução formal extremamente forte e no uso de cores neutras e até mesmo ausência de cores. No entanto, muitos designers minimalistas acabaram por abrir mão de aspectos, por exemplo, ergonômicos em prol da redução visual do produto.

Obeservem as imagens:
(Tiradas do Livro "Cores & Texturas", Coleção FOLHA DECORAÇÃO & DESIGN)

Ambiente revestido com piso de carvalho. A lareira
foi cuidadosamente restaurada. Paredes pintadas à
cal.Dois bancos de sala de jantar de borracha cinza
prateada cercam uma mesa dupla com pintura antiga.

Sofás em tecido de linho removível, toco de
carvalho sobre tapete de couro de vaca e, em
segundo plano, forros de seda.

À esuquerda, dois bancos de sala de jantar e um descanso
para os pés coberto com couro de vaca preto. Acima, chapa
de metal e vidro soprado à boca. Sob o pretexto de ser simples,
a harmonia das cores é enriquecida pela diversidade dos materiais
e texturas utilizados, o aspécto fosco está perto do acetinado, o linho
corresponde à seda: a simplicidade de relaciona com o luxo.

Por enquanto é só. Espero que tenham gostado.
No próximo post eu volto com mais imagens legais para vocês.

Beijos!!!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Estilos artísticos...

Vamos falar um pouco sobre alguns estilos artísticos bem distintos e muito interessantes que marcaram épocas e até hoje caracterizam bem os ambiantes onde estão situados.


Estilo Art Nouveau


Também conhecido como estilo 1900 ou o estilo Liberty, o Art Nouveau se apresenta como tendência arquitetônica inovadora do fim do século XIX; um estilo floreado, onde se destacam a linha curva e as formas orgânicas inspiradas em folhagens, flores, cisnes, labaredas e outros elementos.


O movimento teve início na Inglaterra em 1880 com William Morris (1834 - 1896) e Arthur Heygate Mackmurdo (1852 - 1942), artistas que atuavam na produção tipográfica e de têxteis. Nessa época acreditava-se que o século XIX demonstrava pouca ou nenhuma importância estética.Tentando reverter esse panorama, Morris, pintor, poeta e artesão, clamava por uma unificação de todas as artes com o propósito de mudar a estética vigente que era a simples reprodução dos estilos do passado. Os ideais de Morris influenciaram aquela geração de artistas e arquitetos a enfatizarem o propósito social do desenho, na tentativa de integrar a arte à vida cotidiana.


Dez anos mais tarde, o estilo tem sua estréia na Arquitetura, com Victor Horta (1861 - 1947) e seu projeto para a residência Tassel (1892 / 93) em Bruxelas; apresentando como características, além do uso de elementos orgânicos, as aberturas com formas irregulares, a exploração de elementos de textura e cor nos revestimentos, o uso de ferro fundido e vidro, o desenvolvimento de novos materiais e novas formas de expressão apropriadas.


O Art Nouveau pode ser interpretado como um movimento burguês de cunho revolucionário, na medida que afronta a máquina (Revolução Industrial) e sugere a renovação do contato com a natureza, pregando o uso da ferramenta de trabalho como prolongamento do corpo do artista (A arte contra a técnica).

(Fonte: Enciclopédia Digital Master.)




Imagens que caracterizam o estilo






 


Estilo Art Déco

A expressão, francesa, deriva do nome da Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, realizada em Paris em 1925, e aplica-se a um estilo que, iniciado por volta de 1918-20, no imediato pós-guerra, só atingiria seu pleno desenvolvimento cerca de dez anos mais tarde.

No Brasil o Art Déco surge em começos da década de 1920, com a contribuição de pintores como John Graz, decoradores como Regina Gomide Graz e escultores como Victor Brecheret.


Os desenhos simples, definidos por linhas sempre muito precisas, e os ornatos geométricos, ou em representação estilizada de padrões naturais, são os aspectos característicos do art déco.


Em seus produtos variados, tornou-se norma o emprego de materiais inventados pelo homem -- das resinas sintéticas, em especial a baquelita, ao cimento armado -- em acréscimo a materiais naturais como o jade, o marfim, a prata e os cristais de rocha.


Tendência que surgiu na década de 1920, logo após a voga do art nouveau, e se espelhou sobretudo nas artes decorativas, o art déco se generalizou como estilo, durante a década seguinte, pela Europa ocidental e os Estados Unidos.


Seu nome derivou da Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, realizada em Paris em 1925 e na qual o estilo foi pela primeira vez exibido.


Parte substancial da produção do art déco relacionou-se à moda (vestuário e adereços) e à criação de cenários, figurinos e cartazes para teatro, projetando nomes como os de Erté e Paul Poiret, ambos ativos em Paris.


Na pintura, um reflexo particular do estilo manifestou-se na obra do pernambucano Vicente do Rego Monteiro, que desde 1911 viveu entre o Brasil e a França. Em sua fase mais original, Rego Monteiro fez uso de motivos marajoaras e de figuras compostas pelos padrões tradicionais do hieratismo egípcio. 
 
Na arquitetura, as mais significativas expressões do art déco foram dadas pelos arranha-céus americanos da época, como o Empire State Building, de Shreve, Lamb e Harmon, concluído em Nova York em 1931. 



(Fontes: Enciclopédia Britânica - Artcyclopedia; CD-Rom "500 Anos da Pintura Brasileira")


Imagens que caracterizam o estilo

John Graz

 Victor Brecheret